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A agricultura portuguesa foi assim em 2017

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Autora: Sara Sousa | Agroop

 

Mais produção, vários recordes ultrapassados e comércio internacional em queda foram algumas das características da agricultura portuguesa em 2017. Quem o revela é o Instituto Nacional de Estatística (INE), no documento “Estatísticas Agrícolas 2017,” publicado em julho.Continue a ler para saber como foi o panorama do mercado agrícola em Portugal no ano passado.

 Mais produção agrícola

 4,4% foi quanto aumentou a produção agrícola em Portugal em 2017, sendo que a produção vegetal cresceu 3,9%. Somado à “estabilização dos preços base,” este aumento da produção levou a um crescimento do Valor Acrescentado Bruto de 6,5%.

 

Produção vegetal bateu recordes

O ano agrícola de 2016/2017 foi, segundo o INE, o segundo ano mais quente “desde que existem registos.” E não se ficou por aí: 2017 qualificou-se como o quarto ano mais seco desde 1931.

Outro recorde atingido neste período foi menos positivo: a superfície de cereais de outono/inverno foi “a mais baixa desde que existem registos estatísticos sistematizados,” nos 121,1 mil hectares. A produção, de 193,6 mil toneladas, foi a terceira mais baixa de sempre.

No lado oposto, a produção de azeite viu neste ano a sua campanha mais produtiva desde 1915, tendo ultrapassado 1,47 milhões de hectolitros. Também a maçã, a cereja, o kiwi, a laranja e a amêndoa registaram novos máximos, devido ao clima favorável.Já a produção vinícola “registou um decréscimo significativo (-14,6%),” o que levou a que houvessem mais importações face ao ano anterior.

 

Comércio internacional teve piores resultados

Em 2017, o saldo da balança comercial relativo a “Produtos agrícolas e agroalimentares” (exceto bebidas) revelou um défice de 3 556,8 milhões de euros – um agravamento em 227,9 milhões de euros face a 2016.Já as “Bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres” apresentou um excedente de 624,0 milhões de euros – um aumento de 32,6 milhões de euros face ao ano anterior.

O documento integral do INE, com mais estatísticas, pode ser lido aqui.

 

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