Protecção das culturas

Como combater a Psila Africana dos Citrinos

Artigo adaptado da Circular nº 01 de 2021, da Estação de Avisos de Entre Douro e Minho.

Esta circular, bem como edições anteriores, pode também ser consultada e descarregada em

1http://portal.drapnorte.gov.pt/servico/fitossanidade/avisos-agricolas

2 –  http://snaa.dgav.pt/

CITRINOS

(LARANJEIRA, LIMOEIRO,TANGERINEIRA, LIMEIRA, TORANJEIRA, CUMQUATE)

PSILA AFRICANA DOS CITRINOS

Trioza erytreae

Nesta época do ano, observam-se novos ataques desta praga, sobretudo nas folhas dos rebentos novos dos limoeiros.
► Não corte as folhas mais velhas nem os rebentos novos, com sintomas de psila.

► Se o ataque for grave, aplique um inseticida dirigido aos rebentos novos com
larvas e ninfas de psila (Figuras seguintes).
► Nos locais onde se fizeram largadas do parasitoide Tamarixia dryi e nas
proximidades, não aplique inseticidas. (leia mais aqui). Já se observou a adaptação do
parasitoide na Região. Se aplicar pesticidas naqueles locais, corre-se sério risco de
destruir os parasitoides, inviabilizando a sua instalação e controlo futuro da praga.
Para a luta química está homologado o produto à base de acetamiprida, EPIK SL, EPIK SG, POLISECT ULTRA PRONTO (uso não profissional).
Aplicar apenas nas árvores infestadas e nos ramos com sintomas.

(Mais informações aqui).

No Modo de Produção Biológico são autorizados inseticidas à base de azadiractina
(ALIGN, FORTUNE AZA), óleo parafínico (PROMANAL AGRO  NAOKI  SENSEI  FIBRO  OVITEX), óleo de laranja (LIMOCIDE J, PREVAM®) e piretrinas (Py Ganic), para combater a psila africana dos citrinos. (Leia mais aqui).
Estes produtos podem ser utilizados também noutros modos de produção.

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