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O Futuro do setor vitivinícola também passa pelo digital

Setor do Vinho no pós-covid conclui,

O FUTURO DO SETOR VITIVINÍCOLA TAMBÉM PASSA PELO DIGITAL

Lisboa, 9 de junho: Decorreu ontem, dia 8 de Junho, o Webinar – Setor do vinho no pós-COVID –, organizado pela CONFAGRI em conjunto com a FENADEGAS, e que contou com uma ampla participação.

No primeiro painel, dedicado à apresentação das “Perspetivas do Mercado Interno”, por Francisco Mateus (Presidente da ANDOVI e CVR Alentejo) e comentado pelo Casimiro Alves (Presidente VERCOOPE), ficou patente o impacto da pandemia no setor, quer na evolução do mercado na última década, quer na análise mais criteriosa dos seus efeitos nos diversos segmentos de mercado durante os períodos de confinamento.

Destacou-se, ainda, a alteração dos hábitos de consumo e comercialização em Portugal, nomeadamente no que diz respeito a residentes versus turistas, bem como o consequente efeito nos diversos canais de distribuição, com maior ênfase no canal Horeca. Percebendo-se o impacto no volume de vendas e respetivas perdas foi perspetivado um futuro em recuperação.

No segundo painel, com apresentação de Sónia Vieira (Diretora de Marketing VINIPORTUGAL) e comentado pelo Enólogo Jaime Quendera (Coop Agrícola de Sto. Isidro de Pegões), analisou-se a evolução das exportações nos vários mercados relevantes. Exportações estas que, no seu conjunto, cresceram mais de 3% em valor, atingindo quase 850 milhões de euros, muito impulsionadas pelos vinhos tranquilos, que acabaram por conseguir equilibrar as contas do sector. 

Esta posição consolida e reforça a notoriedade dos vinhos portugueses nos principais mercados. Do debate resulta, com evidência, que não houve homogeneidade dos efeitos da pandemia nos vários agentes económicos, quer na evolução do mercado interno como externo. Foi, também, evidenciada a importância incontornável das plataformas digitais e a mais-valia de websites “user-friendly”. Estas são ferramentas da máxima importância, que não podem ser desvalorizadas, muito pelo contrário, têm de ser rentabilizadas e utilizadas com inteligência.

O debate terminou com a ideia – Portugal está no radar – devendo reforçar a imagem – Portugal – nos seus vinhos.

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